O Ateu Atoa e o Irmão Vacilão



O Reverendo Branham, pregador batista ordenado a menos de seis meses, estava testificando de Jesus em um parque, para um pequeno grupo de pessoas, quando viu aproximar-se um conhecido senhor, desviado do clero católico.

Ele parou para ouvir o pregador batista, interrompendo-o logo depois: "Pregador, você fica falando sobre a bíblia como se isto fosse algo bom. Esta bíblia é o livro mais comum que já foi escrito. É tão enganoso que não deveria ser permitida estar entre a literatura pública". No que respondeu o pregador: " - Bem, este é um país livre. Você está dando sua opinião." O ex-padre cuspiu o fumo que mascava próximo ao calçado do pregador.
" - Pregador, você realmente crê que há um Deus?"
" - Sim senhor, eu creio."
" - Você crê que ele ressurgiu dos mortos naquele corpo humano?" O ex-sacerdote recomeçou a mascar fumo.
" - Se eu puder provar a você que não há tal coisa como um Deus humano, você aceitaria isto?"
O pregador aceitou. O astucioso ateu sentiu um certo prazer, ao antever uma vitória fácil sobre o inexperiente e jovem pregador.
" - Certo, pregador, diga-me: quantos sentidos há no corpo humano?'
" - Ora, você sabe quantos há". Rebateu o jovem pregador.
" - Sim, mas eu quero que você os nomeie."
Branham rapidamente os enumerou: " - Visão, paladar, olfato, tato e audição". O ateu abriu um sorriso.
" - Certo, se Jesus era um Deus humano, como você diz que ele era, então um destes cinco sentidos deve declará-lo. Não é isto certo?'
A multidão ouvia extasiada os dois antagonistas: um defendendo a fé cristâ e o outro, a razão humana:
" - Parece razoável o suficiente. Por quê?" Perguntou o pregador.
" - Você já viu seu Deus?" " - Bem, sim. Uma noite não há muito tempo atrás eu..."
" - Então me deixe vê-lo", interrompeu o ateu. " - Eu não estou falando sobre fé. Meu sentido de visão é apenas o mesmo que o seu".
O pregador disse: " - Eu o vi por visão". Rebateu o ateu: " - Então me deixe ver a visão". " - Eu não posso. Somente Deus pode mostrar..."
O ateu abriu outro sorriso de felicidade: " - A verdade é que você nunca entrou em contato com ele com alguns de seus cinco sentidos".
O pregador respondeu: " - Eu o sinto". " - Bem, se você o sente, deixe-me senti-lo. Meu tato é apenas tão bom quanto o seu. Traga Jesus aqui para que então eu possa senti-lo, então eu crerei nele".
Nervoso, Branham interpôs: " - Eu sinto ele em meu coração".
O ateu respondeu: " - Então me deixe senti-lo em meu coração".
" - Bem, se você cresse..." " - Ora, eu não quero sua psicologia. Eu quero saber a verdade". O ateu cuspiu o fumo mascado junto aos pés do pregador Branham.
" - Por favor, não cuspa em meu pé, Senhor", reclamou o pobre pregador. O ateu foi às nuvens de alegria. " - Bem, pregador, você está todo atado, não? Você nunca o viu, o sentiu, o provou, o cheirou ou o ouviu. Então, se os cinco sentidos não o declaram, então não há tal coisa como Deus e você deve parar de enganar estas pessoas com sua tolice".
O pregador teve que reconhecer a sabedoria do ateu: " - Senhor, eu creio que você tem bons pontos".
O ateu riu zombeteiramente: " - Você está voltando a si, não está?"
O pregador o elogiou: " - Você realmente é um homem inteligente. Você tem uma boa mentalidade". O ateu riu: " - Certamente eu tenho uma boa mentalidade. Minha mãe nunca criou tolos".
Aí estava a brecha. " - Apenas um minuto", disse o pregador. " - Você disse que tem uma mente?"
" - Bem, certamente, eu tenho uma mente. Todos tem uma mentem não tem?"
" - É uma mente humana?" Pergunta o pregador.
O ateu começa a impacientar-se: " - Qual é o problema com você, filho? Você parece ter perdido a sua. É claro que é uma humana".
Foi a vez do pregador abrir um sorriso: " - Então, se é uma mente humana, um dos sentidos humanos deve declará-la. Não é?" desorientado, o ateu respondeu: " - Bem, eu suponho".
" - Você já viu sua mente?" O ateu ficou frustrado. " - Bem, os médicos poderiam..."
" - Não o cérebro, mas a mente", interrompeu o pregador. Há diferença entre o cérebro e a mente. O cérebro é a parte que você pode ver se você olhar de baixo do crânio; a mente são os pensamentos do cérebro. E você nunca viu sua mente, não é?"
" - Não, penso que não a vi". " - Você já cheirou sua mente? Ou sentiu ela? Ou a experimentou? Ou ouviu ela? Não, você nunca fez isto, não é? Então, de acordo com seu princípio, ela não existe".
" - Eu sei que tenho uma mente", rebateu furiosamente o ateu.
" - E eu sei que tenho Deus também" rebateu, fechando a argumentação do ateu. Mas, pensando em fechar com chave de ouro seu ponto de vista, o pregador pega um alfinete da lapela do casaco de um jovem ali presente e diz: " - Agora você vê meu ponto?" e espeta o ateu no braço.
" Hei!" reclama ele. " - Você sentiu isto?" Branham pergunta.
" - É claro", responde furioso.
O pregador ri alto: " - Engraçado, eu não senti nada".
Os presentes caem na gargalhada.
" - Deixe-me espetar você com o alfinete e então certamente sentirá".
Branham tinha o ateu no devido lugar: " - Este é exatamente meu ponto. Se você crer no mesmo Cristo que eu,
então você o sentirá da mesma forma que eu o sinto".




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